Novas Obras

Novas Obras
Criei um álbum virtual com as imagens das minhas produções utilizando a técnica de pintura em tecido. Todas foram produzidas no Curso de Pintura em tecido que fiz, com o apoio da Secretaria Municipal de Educação de Castelo. Adorei essa técnica. A paleta de cores permite ao artista aproximar o que está sendo retratado a sua forma real. Dê uma olhadinha! O endereço: www.flickr.com/photos/fotosquefiz.

Fazendo Arte e Comemorando o Dia das Mães

Fazendo Arte e Comemorando o Dia das Mães
As crianças produziram um trabalho temático que teve como objetivo o uso de material diversificado para comemorar a data do Dia das Mães. Colagem de tecido e bombom em cartolina. Uma forma diferente de se manifestarem artisticamente e emocionalmente. O resultado foi um show de criatividade, beleza e habilidades motora e artística. Participaram dessa oficina alunos de 4ª a 8ª séries das Escolas de Fazenda do Centro e São Manoel. Castelo/2011. Não se esqueçam de que tem fotos de alguns trabalhos lá no meu álbum virtual: www.flickr.com/photos/fotosquefiz. Olhem lá!

PRODUÇÕES TRIDIMENSIONAIS - ESCULTURAS DE BOMBONS/SÍMBOLOS PASCAIS

PRODUÇÕES TRIDIMENSIONAIS - ESCULTURAS DE BOMBONS/SÍMBOLOS PASCAIS
UM 2011 CHEIO DE EXPECTATIVAS! AS CRIAÇÕES ESTÃO A TODO VAPOR. OS MENINOS DE SÃO MANOEL E DA FAZENDA DO CENTRO ESTÃO PRODUZINDO ARTE COM MUITO ENTUSIASMO E DEDICAÇÃO! PARABÉNS! VOCÊS SÃO ARTISTAS. TEM MAIS IMAGENS DO PROCESSO DE PRODUÇÃO DAS ESCULTURAS DE BOMBONS LÁ NO MEU ÁLBUM VIRTUAL, O WWW.FLICKR.COM/PHOTOS/FOTOSQUEFIZ. DÊ UMA OLHADINHA! FOI UMA EXPERIÊNCIA NOVA QUE ENCANTOU AS CRIANÇAS E QUE FOI NO MÍNIMO DELICIOSA!!!!

Museu do Ipiranga

Museu do Ipiranga
São Paulo

Museu Afro Brasil

Museu Afro Brasil
Guernica de Pablo Picasso esteve aqui

Pinacoteca do Estado

Pinacoteca do Estado
Alfredo Volpi

Pinacoteca do Estado

Pinacoteca do Estado
Tarsila do Amaral

Invenções de Ben Heine

Invenções de Ben Heine
Criações com fotos, papéis e gafite. Incrível

Novos Cursos, Novos Saberes

Novos Cursos, Novos Saberes
Programa de Desenvolvimento do Artesanato Local

Páginas

Vivenciando a Arte de Ruy Cesar Babu

Vivenciando a Arte de Ruy Cesar Babu

Arte na mãos - Propaganda AT&T

Arte na mãos - Propaganda AT&T

Criação em ação - Guache e camurça

Criação em ação - Guache e camurça
Produzido em 2009 por Shayra Amadeu

Meus Mestres

Meus Mestres
Amores, Amizades e Aprendizado!

Minhas Experiências vivenciando as diferentes Linguagens Artísticas


Março/2009
Exposição em óleo sobre tela “Águas do Caparaó” do artista plástico

Ely Vicentini

Teatro Municipal de Guaçuí

Maio/2009
Amaro Lima em violão e voz

Teatro Municipal de Guaçuí

Maio/2009
Inauguração do Inst. Histórico e Geográfico de Guaçuí - Apresentação de danças afro-brasileiras (bate-flecha e caxambu)

Maio/2009
Exposição de óleos sobre tela da artista plástica Luiza de Marillac
Teatro Municipal de Guaçuí


Julho/2009
Espetáculo de dança do ventre – Espaço de Danças orientais Nilcélia Prates
Teatro Municipal de Guaçuí

Agosto/2009
Projeto Circulação Cultural – apresentação do violonista Moacyr Teixeira Neto – audição do seu repertório de músicas capixabas – Teatro Municipal de Guaçuí

Novembro/2009
2º festival da Canção da APAE de Guaçuí

Teatro Municipal de Guaçuí

Janeiro/2010
Projeto Residência - "Estórias de um povo de lá" - espetáculo inspirado nos contos de Guimarães Rosa apresentado pelo Grupo Gota, Pó e Poeira.

Janeiro/2010
Exposição das obras dos artistas guaçuienses (pintura, desenho e arte da fibra)

Teatro Municipal de Guaçuí/ES

Junho/ 2010
Mostra de Arte: "Ruy Cesar Babu Expõe"
Teatro Municipal de Castelo/ES

Outubro/2010

2ª Mostra Capixaba de Audiovisual Rural
Castelão- Castelo/ES

Novembro de 2010
29ª Bienal de Artes de São Paulo
"Há sempre um copo de mar para um homem navegar"
Roteiro Cultural
Museu Afro Brasil
Museu de Arte Moderna
Mercado Municipal Paulistano
Museu da Língua Portuguesa
Estação Pinacoteca
Museu do Ipiranga





















































Projeto Escola de Tempo Integral

Projeto Escola de Tempo Integral
Castelo/2010 - Saberes e Fazeres da Arte

Painel Dinâmico. Com o mouse você atrai e alimenta os peixinhos. Descubra como!

Sobre as Artes

"A arte é a assinatura da civilização."
(Beverly Sills)

"Os espelhos são usados para ver o rosto; a arte para ver a alma."
(George Bernard Shaw)

Pesquisar este blog

Carregando...
Loading...

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Hibridismo







Um artista de hoje não tem mais que dizer "eu sou um pintor" ou "um poeta" ou "um performer" ou "um dançarino". Ele é simplesmente "um artista". Assim, todas as instâncias da vida se abrirão a ele. (Allan Kaprow, 1958)
Entre os diferentes e múltiplos sentidos permitidos, pode-se afirmar que o hibridismo nas artes é a impossibilidade de conceituar uma criação artística como pertencente a uma única vertente, categoria ou cultura, decorrente do ilimitado experimentalismo da arte contemporânea. Pensando no que comumente se estabelece como artes plásticas, não há mais limites entre pintura e desenho, ação e performance, objeto e escultura, instalação e site-specific work. As criações desse segmento são invadidas ou invadem o cinema, o teatro, a dança, a música, o espaço urbano, o ciberespaço, o design, os meios de comunicação, a política, as relações sociais ou a biotecnologia, sem querer ocupar o espaço conquistado por eles. Por outro lado, torna-se cada vez mais difícil, também, estabelecer diferenças entre processos artísticos que caracterizem um lugar ou uma cultura específica.

Hibridizando modalidades e categorias artísticas e fazendo uso de novos materiais e de tecnologias eletrônicas em desenvolvimento - que permitem novas manipulações de dados, imagens e sons - os artistas atuais reavivam preocupações e impressões particulares ou coletivas (auto-referenciais ou não) sobre a própria arte ou sobre o mundo em que vivem. Cada qual com sua cultura e com sua forma de expressão contemporânea, sem apelar para o nacionalismo, os artistas contemporâneos tornam universais suas manifestações até então regionais.

O crítico Nicolas Bourriaud considera que o artista na atualidade, não sendo mais um criador, é um intruso em todos os outros campos, selecionando signos, explorando campos de produção, manipulando-os e construindo ligações entre eles. Como um avião furtivo, pode ser imperceptível ao radar do espetáculo, mas é extremamente eficaz ao apontar sempre para as situações mais críticas. Bourriaud considera que o artista contemporâneo, como um diretor de cinema, faz o casting para suas criações, tratando suas exposições como filmes sem câmera.

O artista contemporâneo habita todas as formas de arte. O problema não é produzir novas formas, mas inventar dispositivos de “habitat”. Habitar formas de arte já historiadas, reativando-as, mas também habitar outros campos culturais. É exatamente o que se passa na arte dos anos 2000: o artista é permanentemente um intruso em outros campos. Marie-Ange Guillerminot produz um vestido que poderia ser comercializado; Carsten Höller inventa uma droga euforizante; Fabrice Hybert monta uma empresa. Não é mais criar, mas surfar sobre as estruturas existentes. “Interdisciplinaridade” é, certamente, um termo freqüente na arte contemporânea: eu pessoalmente não creio que ainda exista, neste nível de criação, algo que possamos chamar de disciplinas. Existem apenas campos de signos, de produção, que os artistas exploram de ponta a ponta. Como conseqüência, o artista hoje, de Maurizio Cattelan a Alain Bublex, de Gabriel Orozco a Jorge Pardo, é uma espécie de “semionauta”: um inventor de trajetórias entre os signos. Ao mesmo tempo, esse “squat” é também um refúgio: a arte tornou-se hoje um tipo de abrigo geral para todos os projetos que não se ajustam a uma lógica de produtividade ou de eficácia imediata para a indústria e para a sociedade de consumo (Borriaud, 2002).
A desmaterialização da arte, provocada por esses processos híbridos de criação artística contemporânea, aliada aos novos hábitos de moradia e comportamento urbano, fez ainda ruir outro conceito secular, inerente ao fazer artístico: o mito do ateliê. O artista contemporâneo, salvo raríssimas exceções, não dispõe mais de um grande estúdio de trabalho, por vários motivos. Sobre esse comportamento, considera Bourriaud:
O ateliê perdeu sua função inicial: ser “o” lugar de fabricação de imagens. Como resultado, o artista se desloca, vai para onde as imagens são feitas, insere-se na cadeia econômica, tenta interceptá-las. O ateliê, portanto, não é mais o local privilegiado da criação, ele é apenas o lugar onde se centralizam as imagens coletadas por toda parte. Além disso, um ateliê é onde a matéria-prima é manipulada. Há um século, encontraríamos ali essencialmente potes de tinta ou argila; hoje, ele pode conter imagens de revista, televisão, situações sociais, carros, qualquer coisa. As matérias-primas da arte contemporânea são tão diversificadas, que o tamanho do ateliê varia segundo as práticas e o projeto artístico. (...) Três quartos dos artistas trabalham em casa, em um pequeno espaço que se transformou em ateliê. É uma coisa tola, mas que tem relação com a crise imobiliária: não é mais possível ter ateliês imensos, e seus tamanhos se estreitam com a flutuação dos aluguéis (Bourriaud, 2002).

Para Lúcia Santaella, o hibridismo é um traço dominante dos meios de comunicação de massa, que influencia e se deixa influenciar pelos meios de produção artística.
Por exemplo, o cinema mistura som, imagem, diálogos e figurinos. Isso leva à facilitação da comunicação ao se reforçar o significado através de uma relação intersemiótica. As “belas artes”, ou seja, a pintura, a escultura e a música, foram se transformando e perdendo seu caráter de pureza, ao incorporarem máquinas reprodutoras de linguagem e ao utilizar dispositivos tecnológicos de produção. Esse uso em comum dos meios de produção entre os meios de comunicação e os meios artísticos deve-se em grande medida à apropriação pelos indivíduos dos dispositivos tecnológicos da cultura das mídias, bastante diferente da lógica da comunicação de massa. O acesso facilitado a esses equipamentos deu origem à novas formas de arte tecnológica, inaugurando uma nova cepa nas artes, as quais, através do experimentalismo, foram moldando um novo olhar artístico, mais identificado com a contemporaneidade (Santaella, 2005).





quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Conhecendo Eugène Delacroix

Eugène Delacroix (1798-1863)

Delacroix, o dândi do romantismo
Colaboração para Folha Online
Artista famoso pela intensidade de suas cores e por experimentos que o levaram a revolucionar a maneira de trabalhar os tons, Eugène Delacroix é o mais conhecido representante do estilo romântico na pintura. As cenas de paixão, violência e sensualidade, aliadas ao colorido das vestes e paisagens, fizeram a fama desse pintor da nobreza, nascido Ferdinand-Victor Eugène Delacroix a 26 de abril de 1798, no subúrbio parisiense de Saint-Maurice.Seu pai, um membro do governo que havia votado a favor da execução de Luís 16, em 1793, morreu quando Delacroix tinha sete anos. O então pequeno Eugène vivia em Bordeaux, e alguns meses mais tarde retornaria a Paris com a família. Sua mãe morreu em 1814, restando-lhe viver com a irmã, Henriette. Um ano depois, inscreve-se como aprendiz no estúdio de Pierre-Narcisse Guérin, famoso pintor e professor de sua época. Tinha início uma produção artística que só teria fim com sua morte, 48 anos depois.Delacroix ingressa na Escola de Belas Artes de Paris, e é ali que conhece Theódore Géricault, um jovem pintor que lhe seria de grande influência por sua dramaticidade e maneira inovadora de usar as cores. Diferentemente dos artistas mais clássicos e acadêmicos, Géricault inspira Delacroix a inovar tanto na composição quanto na escolha de temas mais políticos e atuais para suas telas.Artista culto e bem-relacionado, Delacroix era também um homem elegante e espirituoso, apesar de demonstrar, por vezes, um temperamento explosivo. Foi amigo do casal Chopin e George Sand, e bastante influenciado pelos trabalhos intensos e dramáticos de Rubens, pelas paisagens do inglês John Constable e pelos poemas de Lord Byron, cujos temas transportou para diversos trabalhos. Sua obra mais famosa, "A Liberdade Guiando o Povo" (1831), foi um sucesso por prestar glórias à democracia e à revolução que, um ano antes, levara Luís Felipe ao poder. A obra foi imediatamente adquirida pelo governo pela quantia de 6.000 francos, bastante alta na época.A viagem de quase seis meses à Espanha, Marrocos e Argélia, em 1832, seria importantíssima na trajetória do artista, que a partir daí passou a retratar temas e episódios do Oriente Médio. As cores se intensificaram e mostravam-se mais vibrantes. Delacroix passa a realizar trabalhos de grande escala em prédios públicos e igrejas, pintando murais e painéis. O Salão do Rei e a biblioteca do Palácio Bourbon, além da biblioteca do Palácio de Luxemburgo ostentam, até hoje, obras de grandes dimensões realizadas por ele.Tendo participado diversas vezes do Salão de Paris e premiado com a Grande Medalha de Honra e a comenda da Legião de Honra, foi eleito, ainda, membro da Academia de Belas Artes de Paris. Até um ministério Delacroix assumiu após a revolução de 1830. Tantas honrarias, porém, não impediram que o artista passasse seus últimos anos de vida recluso em seu estúdio em Paris, sem filhos ou muitos amigos. Suas crises de laringite, que lhe afligiram durante grande parte da vida, foram a causa de sua morte, aos 65 anos.

Obras de Eugène Delacroix

A Entrada dos Cruzados em Constantinopla - 1840
Óleo sobre Tela
410 x 498 cm

A Liberdade Guiando o Povo - 1830
Óleo sobre Tela
260 x 325 cm




A Morte de Sardanapalo - 1827-28
Óleo sobre Tela
392 x 496 cm

O genial Pablo Picasso


Pablo Picasso (1881-1973)
Pintor Espanhol


Uma vida entre mulheresColaboração para Folha OnlineEle amou as mulheres com a mesma intensidade com que produziu sua obra. Alguns críticos e historiadores chegaram a mostrar a coincidência, de forma um tanto quanto esquemática, entre as fases de sua carreira e os romances que protagonizou. Embora esta pareça uma interpretação arriscada e simplista, o próprio Picasso fazia questão de estabelecer relações diretas entre sua vida privada e os rumos de seu trabalho artístico. "Pinto da mesma forma como outros escrevem uma autobiografia", dizia. Nascido em 1881, em Málaga, Espanha, Pablo Picasso era filho de um professor de desenho e, desde cedo, demonstrou um talento singular para as artes. Quando tinha 14 anos, seus pais mudaram-se para Barcelona, onde montou seu primeiro ateliê e conviveu com os intelectuais e boêmios da cidade. Aos 20 anos, viajou para Paris, onde levou uma vida espartana, dividindo um pequeno quarto com o poeta e jornalista Max Jacob. São desta época de sérias dificuldades financeiras, entre 1901 e 1905, os quadros de sua chamada "fase azul", caracterizada pela melancolia estampadas no rosto das figuras humanas que pintava.A "fase azul" teve fim quando entrou em cena, na vida de Picasso, a bela Fernande Olivier, uma mulher exuberante, que trabalhava como modelo para vários artistas. É quando surge, entre 1905 e 1906, a chamada "fase rosa" de seu trabalho, na qual predominaram os temas circences, com figuras recorrentes de dançarinos, acrobatas e arlequins. Mas foi em 1907 que Picasso deu a grande virada em sua carreira, ao produzir uma obra que viria revolucionar todo o cenário artístico da época: Les Demoiselles d’Avignon, marco fundamental da estética cubista. O quadro tem nítida influência das pesquisas de Picasso sobre a arte ibérica e africana, além de revelar seu contato com a obra de Matisse e Cézanne. É nessa síntese de referências que o pintor vai buscar os ingredientes necessários para compor o quadro célebre, que implodiu conceitos básicos das artes até então, como a perspectiva e o sombreado para expressar volume. Mas houve quem visse em um novo romance de Picasso, com outra bela mulher, Marcelle Humbert, as motivações para essa explosão criativa do artista.Em 1915, Marcelle morreu tuberculosa e, três anos depois, Picasso casou com a bailarina Olga Koklova, que lhe deu o primeiro filho, Paul. O casamento durou 20 anos, embora o coração instável de Picasso tenha começado a bater muito antes pela jovem Marie-Thérèse Walter, de apenas 17 anos, com quem manteve um tórrido caso de amor. O divórcio de Picasso e Olga foi traumático, com disputas judiciais que levaram o artista a ser impedido de entrar em seu próprio ateliê e a perder para a ex-mulher a posse do Château de Boisgeloup, onde ele e a lolita Marie-Thérèse encontravam-se às escondidas.Segundo uma das biógrafas de Picasso, Antonina Vallentin, foi por causa do romance com Marie-Thérèse Walter que Picasso modificou mais uma vez sua maneira de pintar: "É para ela que inaugura o seu modo de composição linear, com curvas sinuosas que reproduzem os movimentos sutis do corpo da amada". Ao mesmo tempo, Picasso passou a retratar Olga Kaklova como um monstro abominável.Picasso ainda dividia os lençóis com Marie-Thérese quando apaixonou-se pela fotógrafa Dora Maar, que lhe servirá de modelo para a figura da "Mulher que chora", no célebre painel "Guernica". Manteria o relacionamento amoroso com Dora até 1943, ano em que conheceu mais uma de suas musas, a também pintora Françoise Gilot, que foi a única mulher a abandoná-lo, dez anos depois, em 1953. Com 72 anos, Picasso resolveu casar mais uma vez, com Jacqueline Roque, 35 anos mais nova do que ele.Morreu em 1973, aos 91 anos de idade, com problemas na visão, na vesícula e na próstata.

As Surpreendentes obras de Pablo Picasso


Nu couché (Nu deitado)
Boisgeloup 4 de abril de 1932
óleo sobre tela 130 x 161,7 cm



Dormeuse aux persiennes (Mulher adormecida com persianas)Juans-les-Pins
25 de abril de 1936
óleo e carvão sobre tela 54,5 x 65,2 cm


Guernica, Pablo Picasso, 1937


Algumas Composições de Goya

Goya (Este nu levou Goya aos Tribunais da Inquisição Católica)
A Maja Desnuda, 1800
"Os Fuzilamentos do Três de Maio de 1808" (1814)
Óleo sobre tela
Museu do Prado, Madri.

Difteria.
Francisco Goya, 1812
Col. D. Carmen Marañon, Madrid




Francisco José de Goya Y Lucientes
Pintor espanhol de finais do séc.18 e princípios do séc. 19.

Nasceu em Fuentedetodos, Aragão, Espanha, em 30 de Março de 1746; morreu em Bordéus, França, em 16 de Abril de 1828.

Filho do mestre dorador José de Goya e de Gracia Lucientes, começou os estudos em Saragoça, ensinado pelo pintor José Luzán, instruído em Nápoles, professor na Academia de Desenho de Saragoça, e foi, mais tarde, em Madrid, pupilo do pintor da corte espanhola Francisco Bayeu, tendo casado com a irmã deste em Julho de 1773.
Goya iniciou sua aprendizagem como pintor em 1759, aos treze anos, com Don José Luzan y Martinez. Como era costume na época, começou fazendo cópias de pinturas de vários mestres.
Aos dezessete anos, transferiu-se para Madrid, onde tentou por duas vezes, uma em 1763 e outra em 1766, entrar para a Academia de Belas Artes, sendo rejeitado em ambas as tentativas. Os biógrafos atribuem a Goya todo o tipo de aventuras nos anos que se seguiram, como a de ter-se tornado toureiro em Roma e ter-se envolvido em inúmeras aventuras amorosas.
No final de 1771, inscreveu-se em concurso da Academia de Belas Artes de Parma, recebendo uma menção honrosa e sua primeira encomenda: o afresco na Igreja Nossa Senhora do Pilar, em Saragoça. A partir daí, seguiram-se encomendas para o Palácio de Sobradiel e o Monastério Aula Dei. Entre os anos de 1773 e 1774 foram executadas, provavelmente, as últimas pinturas desse período em que esteve em Saragoça.
Goya se casou com Josefa Bayeu, irmã dos artistas Francisco e Ramon Bayeu. Enquanto esteve em Madrid, trabalhou para várias fábricas, fazendo desenhos para tapeçarias. São desse período os desenhos que ganharam fama, com reprodução de cenas folclóricas e de paisagens. Contudo, ele não era um artista interessado em paisagens e o fundo de suas obras mostra o pouco interesse que ele tinha por elas.

Obras de Frida Kahlo

Coluna Partida, 1944

Diego e Eu, 1949




Hospital Henry Ford - 1932


O Acidente, 1926


Para se entender as pinturas de Frida Kalho é necessário conhecer a sua vida.
Começou a pintar durante a convalescença, quando a mãe pendurou um espelho em cima da sua cama. Frida sempre pintou a si mesma: "Eu pinto-me porque estou muitas vezes sozinha e porque sou o assunto que conheço melhor". Suas angustias, suas vivências, seus medos e principalmente o seu amor pelo marido Diego Rivera.

Os seus quadros refletiam o momento pelo qual passava e, embora fossem bastante "fortes", não eram surrealistas: "Pensaram que eu era surrealista, mas nunca fui. Nunca pintei sonhos, só pintei a minha própria realidade". Frida contraiu uma pneumonia e morreu em 1954 de embolia pulmonar, mas no seu diário a última frase causa dúvidas: "Espero alegremente a saída - e espero nunca mais voltar - Frida". Talvez Frida não suportasse mais. Por isso, vejo de enorme importância que a sua vida como ser-humano, como mulher, seja do conhecimento de todos. De todos os que sentem a derrota, a vida , o amor, pintando da maneira que melhor conseguem a própria realidade.

Frida

"A Casa Azul", residência de Frida e de seus familiares.

Frida Kahlo e Diego Rivera em 1932

Magdalena Carmen Frida Kahlo y Calderón



Biografia



Filha do fotógrafo judeu-alemão Guilhermo Kahlo e de Matilde Calderón e Gonzalez, uma mestiça de mexicana. Em 1913, com seis anos, Frida contrai poliomielite, sendo esta a primeira de uma série de doenças, acidentes, lesões e operações que sofre ao longo de sua vida. A poliomielite deixa uma lesão no seu pé direito e, graças a isso, ganha o apelido Frida pata de palo (ou seja, Frida perna de pau). A partir disso ela começou a usar calças e depois, longas e exóticas saias, que vieram a ser uma de suas marcas pessoais. Ao contrário de muitos artistas, Kahlo não começou a pintar cedo. Embora o seu pai tivesse a pintura como um passatempo, Frida não estava particularmente interessada na arte como uma carreira. Entre 1922 e 1925 frequenta a Escola Nacional Preparatória do Distrito Federal do México e assiste a aulas de desenho e modelagem.
Em 1925, aos 18 anos aprende a técnica da gravura com Fernando Fernandez. Porém sofreu um grave acidente. Um ônibus no qual viajava chocou-se com um trem, acidente que fez a artista ter de usar vários coletes ortopédicos de materiais diferentes, chegando inclusive a pintar alguns deles (por exemplo o colete de gesso na tela intitulada "A Coluna Partida"). Por causa desta última tragédia fez várias cirurgias e ficou muito tempo acamada. Durante a sua longa convalescência começou a pintar com uma caixa de tintas que pertenciam ao seu pai, e com um cavalete adaptado à cama.
Em 1928 quando Frida Kahlo entra no Partido comunista mexicano, ela conhece o muralista Diego Rivera, com quem se casa no ano seguinte. Sob a influência da obra do marido, adotou o emprego de zonas de cor amplas e simples num estilo propositadamente reconhecido como ingênuo. Procurou na sua arte afirmar a identidade nacional mexicana, por isso adotava com muita freqüencia temas do folclore e da arte popular do México.
Entre 1930 e 1933 passa a maior parte do tempo em Nova Iorque e Detroit com Rivera. Entre 1937 e 1939 Leon Trotski vive em sua casa de Coyoacan. Em 1938 André Breton qualifica sua obra de surrealista em um ensaio que escreve para a exposição de Kahlo na galeria Julien Levy de Nova Iorque. Não obstante, ela mesma declara mais tarde: "pensavam que eu era uma surrealista, mas eu não era. Nunca pintei sonhos. Pintava a minha própria realidade".
Em 1939 expõe em Paris na galeria Renón et Colle. A partir de 1943 dá aulas na escola La Esmeralda, no D.F. (México).
Em 1953 a Galeria de Arte Contemporânea desta mesma cidade organiza uma importante exposição em sua honra.
Alguns de seus primeiros trabalhos incluem o "Auto-retrato em um vestido de veludo" (1926), "retrato de Miguel N. Lira" (1927), "retrato de Alicia Galant" (1927) e "retrato de minha irmã Christina" (1928)



Vida Íntima



Casa-se aos 21 anos com Diego Rivera, um casamento tumultuado, ambos tinham temperamentos fortes e casos extraconjugais. Kahlo que era bissexual esteve relacionada com Leon Trotski enquanto casada. Rivera aceitava abertamente os relacionamentos de Kahlo com mulheres, embora não aceitasse seus casos com homens. Frida descobre que Rivera mantinha um relacionamento com sua irmã mais nova, Cristina que teve 6 filhos. Separam-se, mas em 1940 unem-se novamente, o segundo casamento foi tão tempestuoso quanto o primeiro. Durante o casamento, embora tenha engravidado mais de uma vez, nunca teve filhos, pois as sequelas do acidente a impossibilitaram de levar uma gestação até o final.Frida descobre que Rivera abusava sexualmente de menores.
Depois de algumas tentativas de suicídio com facas e martelos, em 13 de julho de 1954, Frida Kahlo, que havia contraido uma forte pneumonia, foi encontrada morta. Seu atestado de óbito registra embolia pulmonar como a causa da morte. Mas não se descarta que ela tenha morrido de overdose, que pode ter sido acidental ou não. A última anotação em seu diário que diz "Espero que minha partida seja feliz, e espero nunca mais regressar - Frida" permite aventar-se a hipótese de suicídio. Pesquisadores com base na autópsia de Frida acreditam ter sido envenenada por uma das amantes de seu então marido. Diego Rivera descreveu em sua auto-biografia que o dia da morte de Frida foi o mais trágico de sua vida.



Casa Azul, o museu



Quatro anos após a sua morte, sua casa familiar conhecida como "Casa Azul" transforma-se no Museu Frida Kahlo. Frida Kahlo, reconhecida tanto por sua obra quanto por sua vida pessoal, ganha retrospectiva de suas obras, com objetos e documentos inéditos, além de fotografias, desenhos, vestidos e livros.

Emoções das Telas


Primeira tela
Vincent Van Gogh, Quarto do artista, 1889

Para mim há sim transmissão de emoções. O artista me passou uma desordem apesar da aparente ordem dos objetos da cena. Percebi desordem na forma das pinceladas na composição da obra, não consigo explicar muito bem, mas percebo desordem emocional, prisão, tristeza, solidão concretizados na obra através da disposição dos móveis, a cadeira ao lado da cama, que me lembra a visita de alguém ao leito de um doente e pelos objetos que estão em cima da mesa posso concluir que o espaço é ocupado por alguém que permanece um longo tempo do dia ali, sem sair.

Segunda tela
Wassily Kandinsky, Improviso 31, 1913

Também percebo emoções ao observar essa tela. O autor me transmite através das cores e dos traços desordenados que está experimentando sensações que vão da alegria a euforia, do improviso ao acerto. Sua despreocupação aparente com conceitos denota ousadia. Tentativas com o abstrato são transmitidas pelo pintor. As cores me transmitem coisas alegres e positivas, talvez por isso eu arrisque concluir que o autor transmita jovialidade e alegria com sua composição.

Arte Brasileira: Legislação e Realidade nas Escolas


Resenha
Percepção a cerca do que a Legislação apresenta e a realidade constatada no ensino da arte no Brasil, especialmente em sua região.

Na Lei nº 5692/71, de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a arte foi incluída no currículo escolar com o título de Educação Artística, considerada, porém, como atividade educativa e não como disciplina. A conseqüência foi a perda da qualidade dos saberes específicos das diversas formas de arte, dando lugar a uma aprendizagem reprodutiva.
Já a Lei n º 9394/96, das Diretrizes e Bases da Educação Nacional, significou um avanço para a área. Em primeiro lugar, pôs fim a discussões sobre o eventual caráter de não obrigatoriedade nos diversos níveis da Educação Básica, de forma a promover o desenvolvimento cultural dos alunos. (art. 26, § 2º)
Em segundo lugar, porque a denominação de Educação Artística é substituída por Ensino da Arte. Ficou, assim, pavimentado o caminho para se identificar a área por Arte, não mais entendida como uma atividade, um mero “fazer por fazer”, mas como uma forma de conhecimento.
Muito já se falou a respeito da importância de se vivenciar a arte em amplos aspectos no desenvolvimento cognitivo do ser humano. Lendo os parágrafos acima se percebe também que a disciplina logrou êxito ganhando legitimação, espaço, respeito. Considero que houve avanço, porém, o mais significativo ocorreu apenas na teoria. Na prática estamos caminhando a passos lentos. Digo isso por ver a disciplina sendo tratada como a hora do lazer, tendo aulas ministradas por profissionais formados em outras áreas, num modelo de aula repetitivo, sem muitos recursos ou embasamento científico, onde alunos produzem artesanatos, reproduzem cartões, lembrancinhas e professores sendo os responsáveis pelas coreografias de desfiles, festas, e pelos painéis de datas comemorativas da escola. Não que isso seja incorreto, a deficiência está em resumir o ensino da Arte a apenas essas atividades.
Na minha região, pelo que ouço de minhas colegas que atuam na área, é visível certo avanço. Elas seguem um currículo de conteúdos específicos ao estudo da arte e carga horária planejados, os alunos estão sempre envolvidos com atividades diversificadas, estão sempre tendo oportunidade de visitar exposições de arte, teatro, cinema.
A missão de avançar na prática e tornar a arte uma disciplina valorizada é de quem está agora conhecendo a sua suma importância para a formação de um ser social, é de quem tem olhos de ver além e a veja como uma fonte inesgotável de conhecimentos e é daqueles que acreditam que seja possível o desenvolvimento cultural, social, intelectual do ser humano através dos inúmeros caminhos que a arte é capaz de proporcionar – ou seja, é nossa, é dos arte-educadores.

5 Perguntas sobre a Arte no Ensino Fundamental


Elaboradas por Shayra Amadeu

A Arte no Ensino Fundamental
segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais-Arte


Perguntas e Respostas


1- De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais-Arte, o que podemos entender por “aprender arte”?
Podemos entender que aprender arte é desenvolver progressivamente um percurso de criação pessoal, é interagir significadamente com aqueles que trazem informações pertinentes para o seu processo de aprendizagem bem como com as fontes de informação e com seu próprio percurso de criador.

2- Se arte se aprende, como podemos ensiná-la, levando em conta que seus conteúdos devem ser ensinados por meio de situações e propostas que alcancem os modos de aprender do aluno?
Levando em consideração que aprender com sentido e prazer está associado à compreensão clara daquilo que é ensinado, podemos afirmar que o ensino da arte não pode ser banalizado. Sugerem-nos os PCN’S que se valorize e garanta a participação em sala de aula, introduzir o aluno às origens do teatro, aos textos de dramaturgia por meio de histórias narradas, ensinar arte com arte introduzindo formas artísticas como recursos didáticos, tais como o trabalho com textos literários, com canções e imagens que lhe trarão mais conhecimento e serão eficazes portadores de informação e sentido.

3- Que aspectos um aluno de ensino fundamental leva em consideração no momento em que está produzindo suas imagens, seus desenhos?
Nessa fase de sua escolaridade o aluno passa a desejar criar suas próprias imagens e utiliza como ponto de partida para tal sua experiência pessoal particular, de algo que viveu ou aprendeu, ou da escolha de um tema, de uma técnica, ou de uma influência, ou de um contato com a natureza e assim por diante, algo que lhe atribua sentido.

4-Nas séries do ensino fundamental o aluno passa a ficar mais exigente e crítico com suas produções. Aponte os motivos que justificam tal comportamento.
É porque nesse momento do seu desenvolvimento ele já pode fazer comparações de modo mais sistemático, às do círculo de produção social ao qual tem acesso. Passa então a ser menos espontâneo e menos criativo que no período anterior à escolaridade.

5- Relacione alguns dos objetivos gerais da Arte para o ensino fundamental de acordo com o PCN-Artes.
Espera-se que ao final do ensino fundamental o aluno seja capaz de expressar e saber comunicar-se em artes, e que saiba compreender e identificar a arte como fato histórico contextualizado nas diversas culturas e bem como saber identificar aspectos da função e dos resultados do trabalho do artista, reconhecendo em sua própria experiência de aprendiz, aspectos do processo percorrido pelo artista.

As escolas possuem professor de arte com formação específica na área?

Pesquisa realizada em 2009
O trabalho de pesquisa foi realizado mediante conversa informal com alguns profissionais da Secretaria Municipal de Educação do município de Guaçuí e também com algumas professoras da rede. O resultado que acredito ter sido comum a todos os outros municípios apenas confirmou minhas especulações a respeito do assunto.
Não há profissional habilitado em artes. Os professores de história e língua portuguesa é que são responsáveis pela disciplina.
A justificativa desse desvio de função é a mesma de sempre; não há no município nenhum arte-educador.
Uma informação adicional:
Houve a realização de Concurso Público recentemente no Município de Guaçuí/ES para preenchimento de vagas para Arte-educador (num total de 3 vagas ofertadas). Acredita-se que agora as aulas de Arte sejam ministradas por profissionais habilitados.

O Ensino da Arte, sua Legitimação, Pontos Negativos e Positivos


Por Shayra Amadeu

Foi relevante para mim a leitura de textos referentes ao Ensino da Arte em diversos níveis e também a pesquisa que fiz a respeito da legitimação da disciplina na Constituição da República Federativa do Brasil bem como ter compartilhado os resultados das pesquisas de campo com meus colegas sobre o cumprimento da Lei 9394/96 no que se refere à Arte.
Nesse contexto aponto como positivo a obrigatoriedade da disciplina como área de conhecimento significativa para a aprendizagem (Lei 9394/96) equiparando a arte às demais disciplinas, deixando ela de ser interpretada como mero lazer, um fazer por fazer. Nota-se ainda a importância que se dá ao seu ensino quando responsabiliza escolas, sociedade e família por viabilizarem o acesso do indivíduo as diversas formas de arte. Também é assegurado que as aulas sejam ministradas por profissionais com habilitação específica na área, o que considero também como positivo, pois dessa forma garante-se um ensino de qualidade.
Porém há pontos contraditórios no cenário atual do Ensino da Arte no Brasil. E quando detecto “contradições” me refiro exatamente aos pontos que considero negativos, que é a escassez de profissionais habilitados na área presentes nas escolas, bem como a visão diminuída que ainda se tem da disciplina, talvez por não ser exigido em vestibulares, concursos públicos questões alusivas ao estudo da arte.
De um modo geral penso positivo e vejo a disciplina ganhando espaço e importância devidos. Infelizmente meu município também não cumpre a Lei Federal quando não assegura que a arte seja ministrada por profissionais habilitados especificamente na área, porém, quem está em sala de aula faz o que pode dando os primeiros passos e contribuindo na construção do saber inserindo a arte no processo de aprendizagem e desenvolvimento do indivíduo. É o que penso.

PCN sugere que a Arte seja trabalhada nas diferentes modalidades







Muito temos estudado sobre a amplitude das possibilidades de desenvolvimento intelectual, cultural, social, cognitivo e artístico que o ensino da arte é capaz de proporcionar ao ser humano. Acompanhamos também a evolução dos registros artísticos do homem, desde as pinturas rupestres até a maneira contemporânea de se perceber, criar, ensinar, aprender e produzir arte, principalmente dentro das escolas e universidades brasileiras.
Apesar da sua evolução e legitimação quando se pensa em arte, ainda se pensa de uma maneira em geral, no lazer e na descontração que essa disciplina proporciona, numa ideia primária, pobre de conhecimento mais aprofundado a respeito da enormidade de suas funções.
O universo da arte é rico em possibilidades e vai muitíssimo além da prática que persiste nas escolas brasileiras que funciona como um verniz de superfície, que visa às comemorações de datas cívicas e produção de enfeites para o ambiente escolar. Arte é mais consistente, é objeto de conhecimento, e conhecimento artístico. E esse conhecimento artístico possibilita produção, fruição, reflexão a cerca da história do homem, do mundo e de suas diferentes culturas.
Dentro desse contexto, o PCN traz para subsidiar o desenvolvimento de potencialidade por parte do homem, a proposta de se trabalhar a arte nas diferentes modalidades artísticas. Através das diferentes formas de fruir a arte o indivíduo adquire, desenvolve, aperfeiçoa a sua imaginação criadora que lhe permite conceber situações, fatos, ideias e sentimentos.
Sendo a arte linguagem e comunicação, logo, o produto criado pelo artista estabelece comunicação, significações com seu espectador, seja por meios visuais, sonoros, corporais ou através de conjuntos de palavras.
Em síntese, temos agora uma dimensão mais abrangente que se deve à arte: percebê-la nos textos literários, poéticos, em versos e prosas, numa música que retrate tal sentimento, tal realidade cultural, num desenho, numa pintura, numa partitura ou numa produção cênica. É perceber através de toda essa gama de produções artísticas, o inexplicável, o intraduzível presente no objeto artístico, percepção esta que possibilita a transformação do ser humano.

O Ensino de Artes na Educação Infantil, segundo RCNEI e textos pesquisados


Por Shayra Amadeu,
Atividade da Disciplina Aspectos Legais do Ensino da Arte
Professor: Paulo Cesar Cola

Relacionei o conteúdo do texto que encontrei disponibilizado no livro *A nova pré-escola com o RCNEI no que se referem ao ensino de artes na educação infantil.
De familiar em ambos, encontrei a preocupação de especialistas e do sistema educacional brasileiro em assegurar legitimando a necessidade de proporcionar aos pequenos cidadãos oportunidades de desenvolvimento sócio-cultural, afetivo, cognitivo através de atividades artísticas desde o seu nascimento.
Num ponto se diferem: o direcionamento seguido na exposição dos seus argumentos. O primeiro texto “Histórico da Educação Infantil” traz um breve relato da evolução do ensino infantil, que sempre foi uma preocupação constante de todas as épocas. O autor prossegue citando Comenius (século XV- 1592-1670) que reconhecia o período pré-escolar como o do desenvolvimento, onde os brinquedos, as experiências com material concreto, a afetividade, o sono, a alimentação e o contato com a natureza foram preconizadas como indispensáveis ao crescimento e desenvolvimento da criança pré-escolar, passando por Pestalozzi (1746-1827) que afirmava que a criança começa sua aprendizagem desde o nascimento e que a infância não é um período de espera para alcançar a idade adulta; pretendia descobrir as leis de acordo com as quais a criança se desenvolve.
Já o RCNEI nos traz “as leis” num conjunto de procedimentos atitudinais num roteiro sugerido a fim de que se possa não apenas descobrir como as crianças se desenvolvem, mas também proporcionar meios para seu pleno desenvolvimento relacionando a música, a pintura, os desenhos, a fruição de obras de arte como alguns elementos indispensáveis nesse processo de construção do saber e do fazer.

* A nova Pré-escola, Bolsa Nacional do Livro, de Natalice de Jesus Rodrigues Giovannoni, Viviane Crespo Gebran e de Mariliz Dall’igna foi o livro que utilizei como fonte de pesquisa para a elaboração do roteiro de atividades para se trabalhar a Arte na Educação Infantil.

Veladura


O trabalho do aluno
Ano: 2009
Autor: Shayra Amadeu
Título: Riscos em Veladura
Técnica: Vinílica sobre papelão
Dimensões: 20,5 cm x 14 cm








O referente
Ano: 1890
Autor: Vincent van Gogh
Título: Retrato de Dr. Gachet (1ª versão)
Técnica: Óleo sobre tela
Coleção Particular

Esta imagem mesmo sendo uma abstração permite uma analogia ao seu referente, uma vez que também foi produzida com a técnica de sobreposição de camadas de tintas em pinceladas soltas em várias direções.
Meu trabalho muito se difere do seu referente porque se trata de uma composição abstrata sem manifestação de sentimentos, tendo como objetivos principais informar as possibilidades de se compor trabalhos com uso de materiais concretos e também os efeitos obtidos com a técnica de veladura. O referente apropriou-se da veladura, porém em desenho figurativo, um retrato bem próximo do realismo carregado de sentimentos, emoções facilmente identificados por quem o vê.
Há possibilidades de convivência dessa imagem com as pessoas da minha comunidade porque sua mensagem é de fácil interpretação, e o figurativo sempre interage com um maior número de pessoas, porém não é uma obra que causaria empatia total em todos os espectadores e não despertaria demasiado interesse por se tratar de um retrato pessoal, onde a técnica empregada seria desprezada e o objeto central é que seria avaliado.
Causou-me certo incomodo a elaboração desse trabalho. Minha intenção era apenas me apropriar da técnica de veladura com a utilização de materiais concretos, porém, poderia ter composto uma obra que se aproximasse um pouco mais da abstração informal, imprimindo algum tipo de emoção ou sentimentos próprios do momento de sua criação. Ainda não consigo esse feito, sinto que preciso me permitir, ousar, riscar e rabiscar, mas apesar da composição ter ficado fria a meu ver, eu alcancei com ela meus objetivos; experimentar e apresentar aos observadores um tipo de veladura, recurso muito interessante da pintura.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Espetáculo Teatral em Guaçuí/ES


Excelente!

Assim classifico a apresentação da peça "Estórias de um povo de lá" realizada pelo Grupo guaçuiense Gota, Pó e Poeira.

Figurino, cenário, iluminação, música, tudo de primeira!! rsrss

Inspirado nos contos de Guimarães Rosa, o espetáculo retrata histórias de famílias em seus anseios, obstáculos, religiosidade e esperanças."Estórias de um povo de lá" tem a primeira narrativa centrada na viagem de um menino ao interior onde se encanta pela natureza e pela figura de um peru, conhecendo também duros aspectos da realidade; a segunda, trata-se de uma menina isolada em seu mundo que de repente consegue materializar todos os seus desejos, a maioria coisas simples e comuns, o que a faz diferente na visão dos parentes; a terceira história, mostra a partida de um pai que vai habitar no rio, dentro de uma canoa, criando um aspecto mítico; além de fragmentos de outras narrativas que contemplam o universo de Guimarães Rosa.A montagem reúne literatura, teatro, dança e música, e os atores permanecem o tempo todo em cena.

Leia mais no site da Prefeitura do Município de Guaçuí/ES.

sábado, 9 de janeiro de 2010

Banco de Informações

Ponto

Shayra Amadeu, pintura, 2010
Shayra Amadeu, pintura, 2010

O Ponto
O ponto é uma unidade de comunicação visual mais simples. Quando qualquer material líquido ou duro, seja tinta ou um bastão, atinge uma superfície, assume uma forma arredondada, mesmo que esta não simule um ponto perfeito. Logo pensamos nesse elemento visual como um ponto de referência ou um indicador de espaço.
Linha
Shayra Amadeu, pintura, 2010

Shayra Amadeu, pintura, 2010

A Linha
Quando os pontos estão tão próximos entre si que se torna impossível identifica-los individualmente, aumenta uma sensação de direção, distintivo ea cadeia de pontos se transforma em outro elemento visual: a linha. Também Poderíamos definir a linha como um ponto em movimento, pois quando fazemos uma marca contínua, ou uma linha, nosso procedimento se resume um colocar um marcador de pontos, sobre uma superfície e move-lo segundo uma Determinada trajetória, de tal forma que as marcas assim formadas se convertam em registro. Nas Artes Visuais, tem uma linha, por sua própria natureza, uma enorme energia. Nunca é estática; Apesar de sua liberdade e flexibilidade, a linha não é vaga: é decisiva, tem propósito e direção, vai para algum lugar, faz algo de definitivo.

Forma
Shayra Amadeu, pintura, 2010

A Forma
A linha descrevê uma forma. Na linguagem das artes visuais, a linha articula uma complexidade da forma. Existem três formas básicas: o quadrado, o círculo eo triângulo eqüilátero. Cada uma das formas básicas tem suas características específicas, ea cada uma se Atribui uma grande quantidade de significados, alguns por associação, outros por nossas percepções próprias. Ao quadrado se associam enfado, retidão e esmero; ao triângulo, ação, conflito, tensão; Ao círculo infinitude, proteção. Todas as formas básicas são figuras planas e simples, Fundamentais, que pueden ser descritas e facilmente construidas.
Tom

Shayra Amadeu, pintura, 2010
Tom
O tom é o atributo distinguível de uma cor. Este varia de intensidade quanto à saturação da cor.
O valor tonal representa para nós uma intensidade de luminosidade, criando uma ilusão do tridimensional. Juntamente com uma perspectiva, trás o tom por meio da representação gráfica uma sensação de volume.



Cor
Shayra Amadeu, pintura, 2010

A cor
A cor, Tem tanto luz quanto pigmento, comportamento único, mas nosso conhecimento da cor na comunicação visual vai pouco além da coleta de observações em relação a ela.
A cor tem três dimensões Definidas que ser encontradas e medidas.
Matiz ou croma, É a cor em si. Os matizes são medidos pelas três cores primárias e Possuem características individuais. O amarelo é uma cor que se considera mais próxima da luz e do calor, o vermelho é a mais ativa e emocional; o azul é positivo e suave. O amarelo eo vermelho Tendem um expandir-se; o azul, a contrair-se.
Quando São Associadas por meio de misturas, novos significados são obtidos. O vermelho provocador, é abrandado ao misturar-se com o azul, e intensificado ao misturar-se com o amarelo. As Mesmas mudanças de efeito são obtidas com o amarelo, que se suaviza ao misturar-se com o azul.
Saturação, É a pureza relativa de uma cor, do matiz ao cinza. A cor saturada é primitiva e simples. As cores menos saturadas levam à neutralidade cromática e até mesmo à ausênciade cor.
Acromático, É o brilho relativo, do claro ao escuro. este fato Ocorre quando tiramos totalmente a cor de um elemento colorido. podemos deixá-lo monocromático ou simplesmente do preto ao branco, ou seja, na escala dos cinzas. O fato é que revelamos muitas coisas ao mundo, sempre que Optamos por uma Determinada cor.

Textura


Textura
A textura é o elemento visual que com freqüência serve de substituto para as qualidades de outro sentido, o tato. Podemos apreciar e Reconhecer a textura tanto por meio do tato, quanto da visão, ou ainda pela Combinação de ambos. É possivel que uma textura não Apresente qualidades táteis, mas apenas Óticas, como no caso das linhas de uma página impressa, dos Padrões de um determinado tecido ou dos traços superpostos Esboço de um. Onde há uma textura real, as qualidades táteis e Óticas coexistem, mas não como cor e tom de forma única, mão Permite que a e ao olho uma sensação individual, ainda que projetemos sobre ambos um forte significado associativo. O aspecto da lixa ea sensação por ela provocada, tem o mesmo significado intelectual, mas não o mesmo valor. O julgamento do olho costuma ser confirmado pela mão Através da objetividade do tato. "Será um entalhe ou uma imagem em realce?" A textura relaciona-se com uma composição de uma Substância por meio de variações mínimas na superfície do material. E pode-se também representar a textura por meio de fotografias e composições gráficas. Utilizamos uma representação ou a própria textura para deixarmos o trabalho cada vez mais realista.
Escala
Shayra Amadeu, pintura, 2010

Shayra Amadeu, pintura, 2010

Escala
Todos os elementos visuais são Capazes de se modificar e se definir uns aos outros. O processo Constitui o que chamamos de escala. A cor é brilhante ou apagada, Dependendo da justaposição, assim como os valores tonais RELATIVOS passam por enormes modificações visuais, Dependendo do tom que lhes Esteja ao lado ou atrás. Em suma, o grande não pode existir sem o pequeno e vice e versa. A escala é muito usada para representar uma medida proporcional real. Para a comunicação visual é importante que seja utilizada uma proporção muito bem.
Fonte de Pesquisas:

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Escola de Arte Flamenga


Jan van Eyck
Anunciação, 1435
Öl auf Leinwand
93 x 37 cm

Jan van Eyck
O casal de Arnolfini, 1434
Óleo s/ tabla
82 x 59,5 cm


De acordo com meus estudos acerca da Escola Flamenga de Pintura, posso concluir que os mestres da Arte Flamenga retratavam com vigor e riqueza de detalhes, o mundo que os cercava e atribuíam isso ao uso do óleo.
Suas pinturas detinham técnica excepcionalmente apurada e se caracterizavam por terem foco perfeito em todas as profundidades, proporcionalidade dos tamanhos de acordo com as distâncias e dos objetos entre si incorporando a sensação de espaço. A utilização do óleo (novamente o uso do óleo apontado como um diferencial) proporcionava perfeição aos nus que obtinham textura exata de pele humana, partindo de tonalidades claras para as escuras alcançando isso graças a superposição de camadas de tinta.
A Arte Flamenga era a arte produzida em Flandres no período compreendido entre os Séculos XV e o início do Século XVII. Sua pintura revelava claramente as mudanças ocorridas no destino de Flandres situado numa estreita faixa entre a França, a Alemanha e os Países Baixos.
Os precursores da Escola Flamenga situam-se geralmente em Dijon, a primeira capital dos duques de Borgonha.
Entre os artistas que atraiu a Dijon estavam o escultor Claus Sluter, de Haarlem, e o pintor Melchior Broederlam, de Ypres, em cujas obras de rica textura podem ser vistos os primeiros frutos do apego ao mundo das aparências, tão característico da Escola Flamenga.
Jan van Eyck é considerado, juntamente com o Mestre de Flèmalle, o fundador da antiga Escola Flamenga.
Porém as gerações seguintes não seguiram o modelo de arte de Eyck. Seus sucessores buscavam inspiração nos modelos italianos. Rogier van der Weyden (1400-1464) focou o drama emocional da cena, privilegiando as atitudes de dor e piedade.
Petrus Christus (1430-1473) explorou a estrutura física de seus temas humanos, conferindo-lhes uma estranha aparência geométrica.
Dirck Bouts (1415-1475) usou pela primeira vez acertadamente a perspectiva paralela e conseguia dar proporções correspondentes as figuras de acordo com o ambiente que as circundava.
Leia mais sobre Escola Flamenga em
www.pitoresco.com.br
Em destaque estão algumas obras de Jan van Eyck ( 1390-1441), pintor flamengo, precursor da Escola Flamenga, tendo como bases para sua carreira artística o escultor Klaus Sluter e Broedeldam, duas personagens da arte flamenga.
Pintor caracterizado pelo naturismo pintava sempre com riqueza de detalhes, meticulosos pormenores e cores vivas, era preciso nas aplicações de texturas e na busca pela representatividade da tridimensionalidade, ou seja, a perspectiva.
Jan pretendia levar a termo sua intenção de espalhar a realidade em todos os pormenores em suas pinturas logo tendo que aperfeiçoar a técnica pictórica, inventando assim a pintura a óleo. Sua descoberta foi algo como a descoberta da perspectiva, constituindo-se num evento inteiramente novo.
Leia mais sobre o precursor da Arte Flamenga em www.wikipedia.org




















quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

O Nó
















Em uma reunião de pais, numa escola de periferia, a diretora incentivava o apoio que os pais deveriam dar aos filhos. Ela lembrava também que os mesmos deveriam se fazer presentes para os filhos. Entendia que, embora soubesse que a maioria dos pais e mães daquela comunidade trabalhasse fora, deveriam achar um tempinho para se dedicar às crianças e atendê-las.
A diretora ficou muito surpresa quando um pai se levantou e explicou, na sua maneira humilde que não tinha tempo de falar com o filho, nem de vê-lo durante a semana, pois saia muito cedo para trabalhar e o garoto estava dormindo, e ao voltar ele já havia se deitado, porque era muito tarde.
Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para poder prover o sustento da sua família. Porém, ele contou que isso o deixava angustiado por não ter tempo para o filho, mas que tentava se redimir, indo beijá-lo todas as noites quando chegava em casa, e, para que o filho soubesse de sua presença, dava um nó na ponta do lençol que cobria. Isso acontecia, religiosamente, todas as noites, ao beijá-lo.
Quando este acordava e via o nó, sabia por intermédio dele que o pai tinha estado ali e o havia beijado.
O Nó era o elo de comunicação entre ambos.
Mais surpresa ainda a diretora ficou ao constatar que o filho deste pai era um dos melhores alunos da sala.
Esta história nos faz refletir muitas e muitas maneiras de um pai se fazer presente, de se comunicar com o filho, e esse pai encontrou a maneira dele. E o mais importante: a criança percebeu.
Nós nos preocupamos com os nossos filhos, mas é importante que eles sintam e saibam disso.
Devemos nos exercitar nessa comunicação e encontrar cada um a própria maneira de mostrar ao filho a sua presença.
E, VOCÊ, JÁ DEU UM NÓ NO LENÇOL DO SEU FILHO HOJE?
Autor desconhecido

Por Shayra Amadeu, em Janeiro de 2010

A Arte como Área de Conhecimento - Plano de Desenvolvimento (Sequência Didática) por shayramadeu/2009


Planejamento (Disciplina: Metodologias para o Ensino da Arte I/2009)
Mini-projeto de Estudos
“Artes e as cores da natureza”


Apresentação
O mini-projeto “Artes e as cores da natureza” será desenvolvido envolvendo alunos de 5ª série, tendo como finalidade o início dos estudos do grupo sobre o elemento cor, bem como desenvolver a percepção da possibilidade de estudá-lo observando o ambiente natural e suas cores e a capacidade de observar, identificar, relatar e reproduzir obras de pintores que retratam em suas composições a riqueza das cores da natureza, além de proporcionar aos alunos o conhecimento de obras de artistas como Vincent Van Gogh, Claude Monet dentre outros que pintavam “natureza”.

Metodologia
- Levantar questionamentos relacionados aos conhecimentos dos alunos sobre o que sabem e o que querem saber a respeito do elemento cor;
- Sondar conhecimentos dos alunos acerca da relação existente entre o elemento cor e a natureza, bem como a relação existente entre o elemento cor e as emoções;
- Levantar questionamentos acerca dos pintores e obras de arte que retratam a natureza e suas cores;
- Pesquisar obras de arte que retratam figuras naturais;
- Observar exposição de obras de pintores que retratam a natureza e suas cores em suas composições;
- Produzir textos descrevendo as obras, as sensações, as emoções despertadas ao observar as obras em exposição;
- Relatar no grupo as cores, os tons e matizes observados nos quadros;
- Propor a escolha e apropriação do quadro Casa de Fazenda na Provença, de Vincent Van Gogh, 1888;
- Levantar questionamentos sobre quais cores foram mais utilizadas na tela Casa de Fazenda na Provença e quais cores aparecem nela;
- Propor questionamentos e reflexões a cerca de palavras que vêem a mente e que podem ser associadas a essa tela;
- Relacionar e pintar composições com cores que lhes transmitem: raiva, luminosidade, força, tristeza, alegria, pureza, emoção, cor e movimento.

Recursos
- Texto informativo
- telas de diversos pintores
- Desenhos
- Gravuras
- Fotografias
- Tintas
- Pincéis
- Lápis de cor
- Canetinha

Avaliação

A avaliação se dará através de:
- Observação
- Pesquisas
- Perguntas orais e escritas
- Participação
- Trabalhos individuais e em grupo